sexta-feira, 28 de setembro de 2012

O Viagem Planejada também está no Pinterest! Veja nossas fotos lá!

Halloween na Disney

Comemorar uma das festas mais tradicionais dos Estados Unidos na Disney não é bacana? E o melhor é que você não precisa esperar até o dia 31 de outubro para se fantasiar e sair pelo Magic Kingdom comemorando o Halloween.  Desde meados de setembro, em algumas datas pré-definidas (veja abaixo), a festa rola solta!

Nos dias de Mickey’s Not So Scary Halloween Party, o parque fecha às 19h para os clientes comuns e só fica no parque aqueles que compraram o ingresso extra para o evento, que custa cerca de 60 dólares por pessoa. É caro, mas vale cada centavo!

Na entrada, todos recebem saquinhos para coletar doces em diversas “ilhas” espalhadas pelo parque. É só falar o famoso “trick or treat” e receber balas e chocolates.

Além da comilança, festas com música em lugares específicos é diversão garantida para pais e filhos. Além disso, os personagens mais famosos da Disney também se fantasiam. É possível ver a Minnie de bruxinha, o Donald de abóbora e o Mickey de vampiro. Não é fofo?

Shows no castelo da Cinderella e uma parada cheia de vilões incrementam ainda mais a festa, que também tem uma queima de fogos especial e ainda mais bacana do que a tradicional. Então se você está de viagem marcada para a Disney até o início de novembro não deixe de conferir o Halloween!
Compre seus ingressos com antecedência direto no site da Disney!
Datas para a Mickey's Not So Scary Halloween Party - 30/09, 4, 5, 8, 11, 12, 14, 16, 18, 21, 23, 25, 28, 30, 31/10 e 2/11


 

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Contorno medieval

BRUNA TIUSSU / EDIMBURGO - O Estado de S.Paulo

Quando o sol se abriu em um céu azulado logo pela manhã, tive certeza de que estender a visita a Edimburgo por mais um dia havia sido uma decisão acertada. Em terra onde a chuva é tão onipresente quanto a herança medieval, explorar suas ruelas, pontes e jardins em um dia completamente ensolarado é algo raro. E definitivo para se apaixonar pelo destino.
 
Primeiro, é sua disposição que impressiona. Com uma população de 460 mil habitantes, a capital da Escócia é compacta, do tamanho ideal para ser desbravada a pé. Pontos turísticos obrigatórios se concentram em Old Town, a parte antiga da cidade, a poucos blocos um do outro. E a arquitetura dos prédios, repleta de detalhes medievais e curiosos - cada estabelecimento possui sua própria bandeira ou brasão acima da porta -, transforma o trajeto entre eles no mais prazeroso passeio.

Foto: Bruna Tiussu (Agência Estado)
Pode seguir em qualquer direção que o símbolo máximo da cidade te acompanhará. Como um grande guardião, instalado no mais alto morro (a cratera de um antigo vulcão extinto há 350 milhões de anos), o Castelo de Edimburgo está sempre presente, como peça primordial da panorâmica. Abaixo dele, o gramado do Princess Garden é quem mais reflete os raios solares, dando cor e brilho à paisagem de conto de fadas.

Tudo muito lúdico, não fosse a atmosfera dinâmica do destino. Pelas ruas, restaurantes e bares descolados, o vaivém é constante. E a agenda cultural até parece coisa de cidade grande. Atualmente, para se ter uma ideia, a programação nos museus é concorrida. Reaberto em 2011, após dois anos de reformas, a Scottish National Gallery segue com a incrível mostra Van Gogh to Kandinsky até 14 de outubro, enquanto a National Gallery of Modern Art, no mesmo complexo, recebe, diretamente da Tate Britain, em Londres, a exposição Picasso & Modern British Art, em cartaz até 4 de novembro.

Quanto aos eventos ao ar livre, esses borbulham durante o verão, quando Edimburgo vive seu ápice cultural, chegando a concentrar dez festivais somente em agosto. Além do Fringe, conhecido internacionalmente e com atividades que vão das intervenções urbanas aos shows, há festivais de arte, teatro, dança, livros... Já no fim do ano, os escoceses reservam três dias para celebrar com fogos de artifícios e festas nas ruas o hogmanay, seu réveillon. É quando comprovam de fato sua fama de festeiros.

História. O melhor lugar para se familiarizar com costumes e tradições do povo escocês é seu próprio castelo. Ali, quem dá as boas-vindas são as estátuas de dois figurões da história nacional: Robert the Bruce (1274- 1329), guerreiro que se autocoroou rei do país, e William Wallace (1276-1305), líder da Guerra de Independência da Escócia - para refrescar sua memória, é o personagem de Mel Gibson no longa Coração Valente (1995).

Passando o portão principal, você é convidado a seguir por uma viagem aos tempos remotos do país, conhecendo detalhes das épocas de conquistas do Reino Unido (que, além da Escócia, é composto por Irlanda do Norte e País de Gales) e curiosidades de cada reinado.

A área mais concorrida deste Patrimônio da Humanidade é o próprio Palácio Real, com uma sala dedicada às mais importantes joias escocesas. Além da coroa e da espada real, está exposta a chamada Pedra do Destino, o assento do trono utilizado em coroações ao longo de 400 anos.

Além de história e relíquias, o castelo ainda pode se gabar de proporcionar uma das melhores panorâmicas de Edimburgo. A partir de seu terraço, vê-se parte de Old Town, da New Town e o Princess Garden, jardim público que divide as duas áreas, com o enorme Scott Monument no centro. Erguido de 1841 a 1846 e com 61 metros de altura, é a mais alta construção do mundo que homenageia um escritor, Sir Walter Scott.

De lá para cá. Se a Royal Mile termina no castelo, a via começa em outro marco da realeza, o Palácio de Holyroodhouse. Trata-se da residência oficial da família real em Edimburgo, onde a rainha Elizabeth II se hospeda quando visita a capital. E, na ausência de membros da realeza, o edifício abre para turistas: há como visitar vários cômodos sem ter de pagar nada.

É ao longo dessa rua que se espalham as casas especializadas em kilt, o tradicional traje escocês. Lojinhas de souvenirs convencionais também estão por ali, entre igrejas medievais, cafés apertadinhos e autênticos pubs. Mas, se a ambição de compras for além dos itens típicos, a sugestão é seguir caminho rumo a New Town.

Basta cruzar umas das pontes para chegar na parte nova da cidade, que de novo mesmo só tem o nome. Os prédios da região datam da metade do século 18, esbanjam traços neoclássicos e foram construídos em um plano para combater a superlotação de Old Town. A denominação foi mais uma forma de diferenciá-la da parte medieval. O burburinho da área se concentra na Princess Street, onde grifes internacionais, lojinhas locais e cafés se espalham sendo capazes de ocupar uma tarde inteira de um turista. O bom é que, se o cansaço das andanças bater, quem margeia a via é o Princess Garden, com seu extenso e confortável gramado verdinho.

Fonte: Jornal O Estado de São Paulo - Reportagem e fotos: Bruna Tiussu

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Cité des Sciences: atração cultural e divertida para as crianças em Paris

Já pensou em viajar para Paris com seus filhos? É uma viagem maravilhosa! Não estou só falando de Disneyland não. Paris é uma cidade com diversas atrações infantis. Além das atrações principais (Torre Eiffel, Catedral de Notre Dame etc), em Paris tem um verdadeiro museu de ciências chamado Cité des Enfants (cidade das crianças em português). Lá, as crianças entram num mundo científico onde todas as atrações são interativas. Eles aprendem brincando, mexendo, se sujando! É conhecimento com diversão do início ao fim.

O Cité des Enfants fica no Cité des Sciences, dentro do Parc La Villette (outro programa bacana para fazer com eles, mas esse fica para outro post, ok?). A grande dica aqui é comprar os ingressos pela internet com antecedência porque a procura é enorme. Existe a exposição para crianças entre dois e sete anos, que foca especialmente, no desenvolvimento dos pequenos e ainda os apresenta ao mundo. A outra é para crianças entre cinco e 12 anos e é cheia de jogos, atividades e experiências em seis áreas: o corpo, comunicações, um estúdio de TV, brincadeira com água e o jardim e a fábrica.
Horários das sessões - 9h45, 11h30, 13h30 e 15h5 (de terça a sexta) e 10h30,12h30,14h30 e 16h30 (sábados e domingos)

Para comprar os ingressos e fazer a reserva da data e horário, é só clicar: Cite des Enfants

Se eu fosse você começaria a planejar já a próxima ida a Paris com as crianças! Quer ajuda no roteiro? Me mande um email: mgcmeyer@gmail.com

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Tudo sobre roaming internacional

Roaming internacional: vale a pena fazer - e receber - ligações com o seu celular no exterior? A VT responde

por André Tristão Fonte: VIAGEM E TURISMO

Roaming, que bicho é esse? A palavra inglesa designava o ato de percorrer uma área sem rota precisa. Na acepção contemporânea, é o serviço que você contrata na sua operadora de celular para poder fazer ou receber chamadas fora da cidade de origem. Falaremos aqui de roaming internacional. Claro, Oi, Tim e Vivo têm esse serviço. A transferência é taxada e as ações desempenhadas a partir daí são pagas. Falar, a mais básica delas, é uma das mais proibitivas. Pense bem antes de fazer (ou receber) ligações.

Devo viajar com o celular? It depends... ele talvez gere mais custo do que alugar um telefone no destino. Mas a vantagem, claro, é poder receber ligações normalmente no próprio número - além de carregar sua preciosa agenda.

Qual a melhor estratégia? Ligar ou receber ligações? Receber custa cerca de 50% a menos do que ligar. Na verdade, a melhor estratégia é apenas ver quem está ligando, sem atender a chamada. Para gastar pouco - ou nada -, retorne as ligações por ferramentas como o Skype ou mesmo com cartões telefônicos.

É melhor ter um aparelho com acesso à internet? Para quem não consegue passar muito tempo sem dar uma espiada nas redes sociais ou é viciado em e-mails, levar um smartphone é a melhor saída para ter independência e mobilidade. Entre outras vantagens, os aparelhos comportam aplicativos com recursos de GPS, guias e mapas. Mas lembre-se: alguns minutos usando o GPS ou compartilhando fotos podem custar caro. Sempre procure usar ao máximo as redes de internet sem fio wireless (wi-fi), com a tecnologia 3G desabilitada.

Qual a diferença entre wi-fi e 3G? A terceira geração de tecnologia de telefonia celular, o 3G, permite que sejam transmitidos dados, além, obviamente, de ser suporte para tráfego de voz e mensagens de texto. Para usar o sinal 3G, que é transmitido via satélite pelas operadoras, os preços são fixados de acordo com uma taxa de transferência de arquivos. Como o smartphone também pode captar os sinais de redes wi-fi locais, é melhor programá-lo para isso nas regiões onde essas redes forem gratuitas.

O que devo fazer em uma viagem ao exterior? Levar o notebook, o celular ou os dois? Para diminuir os custos com a internet móvel, o laptop é uma boa saída. O senão é a praticidade: é bem mais confortável portar um celular que um note. Para chamadas de voz no computador, baixe o programa Skype, que permite fazer e receber ligações gratuitas entre os usuários. E procure um local em que o wi-fi seja gratuito. É preciso um fone de ouvido com microfone. Os tablets, como o iPad, também permitem esse tipo de comunicação.

Sei que ligar via Skype de computador para computador não custa nada. E para telefone? O Skype, programa que transmite voz via internet, é uma das melhores opções para fugir do roaming internacional. As ligações entre usuários são gratuitas, basta conectar-se à internet. Mesmo quem tem smartphone pode aproveitar para fazer chamadas gratuitas - é necessário apenas fazer o download do programa. Também é possível utilizar o Skype para contatar telefones comuns e receber chamadas. A qualidade é em geral muito satisfatória e os preços são melhores que os de celular. Para usar o Skype, é necessário comprar créditos telefônicos com seu cartão. Na interface do programa você acompanha quanto gasta com suas “ligações”. Recentemente, a empresa foi comprada pela Microsoft, o que gerou dúvidas se o serviço seguiria atraente e disponível para usuários de computadores da apple. Por ora, nada muda.

Se bem entendo, o Skype não tem contra-indicação. É isso mesmo? Nananinanão. apesar das ligações gratuitas, lembre-se de que os preços para o uso do 3G fora do país são bastante elevados. Para fazer as transferências de voz via internet, o programa consome dados que serão somados à sua conta telefônica. Em no máximo 1 minuto de conversa, gasta-se 1 megabyte (MB). De novo vale a regra de ouro: utilize a rede wi-fi.

Vale a pena comprar ou alugar um celular ou um chip no exterior? Melhor ainda é levar um celular desbloqueado e carregá-lo com um SIM Card (chip) no exterior. Com ele, você passa a pagar por chamadas locais. Na europa, de € 0,11 a € 0,39 (o minuto).

Por que, ao enviar um e-mail do meu smartphone, minha conta vai às alturas? Cada transferência de arquivo via internet gera tráfego de dados. Para enviar ou receber um e-mail comum, são gastos cerca de 20 KB. Caso o e-mail tenha anexos, a conta sobe. Planeje sua comunicação via internet e deixe somente o necessário para o 3G. Traduza. É assim: no seu smartphone é possível desabilitar a internet. Ou reconfigurá-la para evitar atualizações automáticas dos sites mais utilizados, como Twitter, Facebook e servidores de e-mail. A conexão automática de aplicativos com acesso à internet também pode ser desativada no menu do celular.

Gasto a cota de internet do celular ao usar aplicativos? Embora a maioria dos aplicativos tenha conteúdo off-line (os dados estão na memória do aparelho), eles podem precisar de ambiente de internet para ser exibidos. O download de aplicativos também é dispendioso - são cerca de 4 MB por programa. Baixe-os antes de embarcar.

Só o SMS é gratuito lá fora? Sim. O único serviço gratuito no roaming é o recebimento de mensagens de texto (SMS). Mas, para enviar, você tem de pagar. Instrua familiares e amigos a se comunicarem via SMS. Depois você decide a melhor maneira de retornar as chamadas.

E aqueles cartões de raspar? Eles compensam? Cada cartão tem uma duração e pode ser usado de um telefone comum - inclusive público. Na Europa os cartões custam desde € 10 e chegam a durar 900 minutos. Os cartões americanos têm duração semelhante e estão à venda desde US$ 20.

Quais as vantagens de rádios como o Nextel? Primeiro é preciso se acostumar a ouvir o interlocutor para então falar. O aparelho custa desde R$ 119; e assinar o serviço, desde R$ 89. Para utilizá-lo no exterior (Estados Unidos, Argentina, Chile, México, Canadá, Peru e El Salvador), pagam-se mais R$ 29 (por mês) ou R$ 2,50 (por dia). A vantagem: não há limite de uso. A empresa também tem planos de rádio mais celular. Nesse caso, a ligação para telefones (fixos ou móveis) no exterior custa de R$ 3,49 a R$ 20,69 (o minuto). Dentro do mesmo país, o custo é de R$ 2,59 (o minuto).

Por: André Tristão
Fonte: Revista Viagem e Turismo - Editora Abril

==== Mas vale a dica. Viajar é um bom momento para você se desligar do mundo, aproveitar os dias sozinho ou com a família. Se você tem a oportunidade de se desligar completamente, faça isso! Você vai ver o quanto vale a pena e ainda vai economizar! - Maria Gabriela Meyer

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Natal e Reveillon em alto mar


Os cruzeiros da Disney já anunciam suas comemorações de fim de ano. No início de dezembro começa a temporada de natal nos cruzeiros. No primeiro dia de viagem a árvore do Rei Tritão (pai de Ariel) será acesa no deck do navio. Além disso, as famílias podem fazer artigos para decoração ou cartões de natal. Contadores de histórias falam sobre o Natal, Hanukkah e Kwanzaa. Todas os trestaurantes do navio recebem decoração especial. E o grande show de natal, apresentado na última noite embarcados, “Till we meet again” (Disney Magic e Disney Wonder). Os principais personagens de Walt Disney e a tripulação do navio estrelam o musical que celebra o fim da viagem.

Quando os três navios que atracam na ilha privativa da Disney nas Bahamas, durante as comemorações de fim de anos, as novidades continuam. Flocos de neves caem das árvores de natal, personagens da Disney recebem os hóspedes e outras atividades de natal são oferecidas ao longo do dia.

De volta ao navio, na manhâ de natal, Papai Noel e os duendes tem surpresas para todas as crianças além de biscoitos com leite. Missas são oferecidas no dia de natal e à meia noite do dia 31 de dezembro. Celebrações de Hanukkah são oferecidas diariamente entre os dias 8 e 16 de dezembro.

Os mimos não terminam por aí. Se você quer viver todo o espírito de natal, é possível encomendar, com antecedência, uma mini árvore de natal para o seu quarto. Que tal comemorar o natal ou a passagem do ano em grande estilo?

Lojas da American Girl e da Barbie: um mundo de atrações para as meninas

Pensando em levar sua filha para Nova Iorque? A loja da American Girl (também existe em outras cidades americanas, veja abaixo), na quinta avenida, é mais do que uma simples loja! São vários andares de pura diversão. Lá as meninas encontram não só as tradicionais bonecas American Girl e seus milhares de acessórios (roupinhas, brinquedos, bercinhos etc etc etc), mas um mundo de atrações que vão bem além das compras. É possível marcar um brunch, um almoço, um chá da tarde ou até mesmo um jantar para as meninas e suas bonecas se divertirem. Só elas não, a família toda, claro! As reservas devem ser feitas com antecedência através do site!

E que tal chamar as melhores amigas para comemorar o aniversário na American Girl? Parece complicado, mas com organização é bem possível! E seria certamente inesquecível! Ou que tal um novo penteado? Sua filha adoraria, certo? Ela não, o salão é para a boneca! Sim, vc marca um horário e ela pode furar as orelhas e fazer um penteado superdiferente!

Pensa que acabou por aí? Você ainda pode estampar a foto de sua princesa e sua American Girl na capa da revista da loja ou num belo porta retrato, para eternizar o momento. A experiência é mesmo incrível, então faça sua reserva, escolha uma boneca bem legal, compre uma roupa para que as novas melhores amigas fiquem iguaizinhas e aproveitem todas as atrações!

American Girl - NY, Atlanta, Boston, Chicago, Dallas, Denver, Kansa City, Los Angeles e Minneapolis.




Buenos Aires
Em Buenos Aires, sua filhota poderá ter uma experiência bem parecida. Você sabia que a primeira loja da Barbie do mundo fica aqui bem pertinho, em Buenos Aires? Sim, lá ja tem duas lojas da Barbie nas quais você pode comprar a roupa da boneca igual a da criança, tudo com a marca da boneca mais famosa do mundo! Você também pode convidar as amigas para uma tarde incrível para comemorar o aniversário. E quem pensa que os meninos ficam de fora está muito enganado. Existe uma sala Hot Wheels, especialmente para meninos, com as mais variadas pistas e milhares de carrinhos. Uma festa e tanto!

Não deixe de marcar seu horário no salão de beleza da Barbie, que funciona dentro da loja (e também fica disponível para aniversários). As meninas podem cortar o cabelo, fazer penteado e ainda uma bela maquiagem ou pintura facial! Na hora da fome, que tal um chá para a família inteira no Barbie Tea House?

As lojas ficam em dois lugares em Buenos Aires: Palermo e Unicenter

Barbie Store Buenos Aires

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Tudo é Hogwarts

Por: Ana Busch - Viagem e Turismo

CENA 1

Fotos: Caio Vilela
Um grupo de crianças caminha por uma trilha sinuosa que atravessa um gramado. Ao longe, avistam um castelo. Estão deslumbradas e ansiosas.
Tomás, de 7 anos: “Estamos em Hogwarts?”
Ao lado da muralha, Professor e sua assistente observam os alunos uniformizados. Ele esfrega as mãos.
Professor: “Bem-vindos à sua primeira aula de voo na Escola de Magia e Feitiçaria de Hogwarts! Bem, o que estão esperando?Peguem suas vassouras!”
Todos os dias, no verão, dezenas de crianças protagonizam a cena acima em um dos pátios do Castelo de Alnwick, em Northumberland, no norte da Inglaterra. Erguido há mais de 700 anos, ele abrigou, no século 14, sir Henry Percy, mais conhecido como Harry Hotspur. “Cavalheiros, a vida é curta [...]. Se vivemos, vivemos para marchar sobre a cabeça de reis”, dizia ele, que virou personagem da peça Henrique IV, de Shakespeare. Mas é outro Harry, criado pela imaginação da escritora britânica J.K. Rowling, que atrai multidões de visitantes ao castelo. Foram filmadas ali cenas de Harry Potter e a Pedra Filosofal e de A Câmara Secreta, sua sequência.
No mesmo local em que hoje professor e sua assistente dão “aulas de voo”, Madame Hooch ensinou as primeiras instruções de manejo das vassouras mágicas aos bruxos Harry Potter, Ron Weasley e Hermione Granger no primeiro filme da série. No meio da tarde, surgem dos corredores do castelo o enorme Rúbeo Hagrid e o Alvo Dumbledore, o “mago dos magos”, para um divertidíssimo show para crianças e adultos. Uma oficina de fabricação de sabonetes à base de aveia poderia ser facilmente confundida com uma aula de poções. No final, um pequeno truque para fazer a foto perfeita: um pulinho na vassoura e o clique no momento certo. O resultado são as fotos de meus filhos Tomás e dos irmãos mais novos, Martin e Artur, gêmeos de 5 anos, voando contra um belo céu azul.
Nos últimos dez anos, os oito longas de Harry Potter arregimentaram legiões de fãs do mundo todo e transformaram a série em uma das mais rentáveis da história do cinema. O conjunto dos filmes arrecadou mais de US$ 7 bilhões, anunciou o estúdio Warner Bros. Pictures uma semana após a estreia de Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2, em julho. O filme, que encerra a saga, entrou para o seleto grupo das dez produções que ultrapassaram US$ 1 bilhão em bilheteria. Em papel, os sete livros, traduzidos em mais de 65 idiomas, venderam mais de 400 milhões de exemplares – 3 milhões no Brasil.
CENA 2
Estação de Fort William, na Escócia. Turistas se aglomeram para embarcar em um trem a vapor para Mallaig.
Chefe da estação: “Todos a bordo!”
Artur: “Posso entrar? Sou Ronnie Weasley.”
Tomás: “Claro. Sou Harry Potter. Muito prazer!”
Martin: “Uau!!!”
A locomotiva é famosa por ter se tornado, nas telas, o Expresso Hogwarts. Dentro do trem, meus filhos encenaram dezenas de vezes o encontro de Harry, Ron e Neville Longbottom, em uma adaptação – forçada pela falta de meninas na família – da cena em que os dois primeiros encontram-se com Hermione em uma das cabines desse mesmo trem, operado pela West Coast Railways. Nossa reserva nos colocou em um vagão A, de primeira classe. Para repetir a experiência exata dos bruxinhos, seria preciso estar no vagão D, onde ficam as cabines usadas no filme. A cada parada, portanto, era necessária uma corrida até lá pelos corredores para alimentar ainda mais a imaginação. Embora não haja abajures suspensos nem paredes com fotografias em tons sépia, as poltronas são exatamente as mesmas.
Todos se aglomeram nas janelas durante a travessia de 380 metros do Viaduto Glenfinnan, com seus 21 arcos, construídos entre 1897 e 1901. Em O Prisioneiro de Askaban, em uma parada abrupta sobre a ponte, Harry se depara pela primeira vez com os dementadores, figuras fantasmagóricas capazes de drenar a paz, a felicidade e as boas memórias dos seres humanos. Durante nossa viagem, nós, passageiros na vida real, acenamos para outros fãs que aguardavam do lado de fora, nos arredores do viaduto, para fotografar o Expresso Hogwarts em sua locação mais famosa.
Nos filmes, o trem parte da estação King’s Cross, em Londres. Ali, uma parede recria o pilar que, na ficção, cada estudante deve atravessar para chegar à plataforma de embarque 9¾, de onde sai o trem que os levará à escola de bruxaria. São recebidos na chegada pelo gigante Hagrid, em Hogsmeade – na verdade, uma estação de trem na pacata cidade de Goathland, no nordeste da Inglaterra. Londres ainda reúne outros cenários de Harry Potter, como a estação de St. Pancras, que serviu de ponto de partida para o carro voador da família Weasley em A Câmara Secreta. Na cena de abertura de O Enigma do Príncipe, a Ponte Millennium é destruída por um ataque dos seguidores de Voldemort, o lorde do mal. Na primeira parte de As Relíquias da Morte, os três protagonistas percorrem Piccadilly Circus, cartãopostal londrino. E, no primeiro filme, Harry e seus tios, os Dursley, visitam o zoológico. Outra das locações mais espetaculares é o Mercado Leadenhall, que deu vida às ruelas do Beco Diagonal. O mercado coberto ganhou arcadas de ferro e vidro e aleias de paralelepípedo no século 19. Dentro há lojas, bares e restaurantes. Se não fica lá a loja de varinhas de Olivares, a fachada azul da ótica serviu de cenário para o Caldeirão Furado, o bar em cujos tijolos Hagrid toca seu guarda-chuva para abrir uma passagem para o Beco Diagonal.
O sucesso da série também leva ao museu Wizardology, instalado em um casarão de mais de cinco séculos em Stratford-upon-Avon, a 150 quilômetros de Londres, onde também está a casa de Shakespeare. A “escola de magia” local fica ao final de uma escadaria repleta de caixas de varinhas mágicas que lembram as estantes de Olivares, em que Harry Potter comprou a sua. A nossa custou £ 17 (R$ 45). Enquanto se resolve o enigma na parede da sala, todos podem mexer nos fascos de poções. Na mesma sala fica uma réplica do Chapéu Seletor, que distribui os novos alunos entre as casas de Grifinória, Sonserina, Lufa-Lufa e Corvinal e entrou em ação no primeiro filme, no Salão Principal, para o banquete de abertura.
Abro aqui um parênteses para contar que esse salão é uma recriação da sala de jantar da Christ Church, a maior faculdade da Universidade de Oxford, a 85 quilômetros dali. A escadaria que conduz ao salão aparece na cena em que os novos alunos são recebidos em Hogwarts pela professora McGonagall. Ainda em Oxford encontramos a Biblioteca de Hogwarts, ou Biblioteca Duke Humphrey, e, na Escola Divinity, o hospital em que Harry e Ron se restabelecem da épica batalha de xadrez gigante.
Para quem quer mais, a Warner Bros. Promete lançar, em 2012, um tour pelos estúdios Leavesden, a cerca de 30 quilômetros de Londres, onde os filmes foram produzidos. Lá vão estar os cenários originais, figurinos e curiosidades sobre a série. Os ingressos devem começar a ser vendidos em 13 de outubro, apenas no site (www.wbstudiotour.co.uk). Ainda no mesmo mês estreia o site Pottermore (www.pottermore.com), um portal dedicado aos fãs. A saga continua!
CENA 3
Quarto de hotel em um edifício histórico de Alnwick, com uma cama de casal, uma de solteiro e um beliche. As crianças conversam sobre o dia que passou.
Artur: “Hogwarts é mesmo mágico. Começa em Alnwick e continua em Oxford...”


FONTE: REVISTA VIAGEM E TURISMO - EDITORA ABRIL (Por Ana Busch - Fotos: Caio Vilela)

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Passeio por vinícolas italianas


Não há pensar na Itália sem pensar em vinho! E que tal conhecer uma vinícola, ver todo o processo de produção e armazenamento de vinhos e fazer uma degustação no lugar que além de lindo é um verdadeiro museu de arte moderna a ceu aberto? O Castello di Ama é produtor do tradicional Chianti Clássico, além de outros vinhos. As visitas guiadas começam com um passeio pela propriedade e terminam numa deliciosa degustação de vinhos, que também podem ser adquiridos no local, assim como azeites. Além disso, é possível conhecer a enorme e excelente coleção de arte do local, que tornam o passeio ainda mais interessante.
 
Uma outra dica é a Fattoria al Felsina que também faz visitas guiadas com degustação e venda de vinhos e azeites. As visitas devem ser reservadas com antecedência e podem ser combinadas a outros passeios na região. Se você quiser, posso montar seu roteiro. Entre em contato comigo pelo email: mgcmeyer@gmail.com

Sob o sol da Toscana

Uma boa e diferente maneira de aproveitar a belíssima região da Toscana, na Itália, é procurar um agriturismo. Esse tipo de hospedagem é comum na região e uma deliciosa e charmosa maneira de conhecer a área! São propriedades rurais, em grande maioria produtoras de vinhos, onde é possível alugar casas, apartamentos ou apenas quartos e passar alguns dias como um típico italiano.

Uma das mais bacanas da região é a Fattoria del Colle, produtora do famoso vinho Brunello di Montalcino. São quartos e apartamentos, piscinas, um wellness centre e uma das mais belas vistas da região, além de um deliciosos restaurante que também abre para visitantes. Eles ainda promovem cursos de culinária, visitas guiadas com degustação de todos os vinhos produzidos na propriedade.

Que tal marcar a próxima viagem para a Itália e se aventurar pela belíssima Toscana de uma maneira bem diferente?

Quer que eu prepare o seu roteiro? Mande um email para mgcmeyer@gmail.com